A importância do reconhecimento dos doentes críticos revolucionou a forma com que encaramos a medicina moderna.
Desde os primórdios dessa bela história, com Florence Nightingale e a Guerra da Crimeia, a (r)evolução das salas de recuperação pós anestésica na década de 20 nos EUA (em especial, em Boston, berço da primeira UTI), passando pelo primeiro CTI no Brasil, até os dias atuais, vimos e continuaremos a ver inúmeras mudanças na abordagem e no tratamento de doenças ameaçadoras a vida.